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Nu descontexto

Neste tão vasto espaço recomeço as minhas histórias, as imagens e mensagens que passam por mim. Desejo partilhar este blog com quem quiser dispensar um pouco do seu tempo para amar comigo tudo.

Nu descontexto

Neste tão vasto espaço recomeço as minhas histórias, as imagens e mensagens que passam por mim. Desejo partilhar este blog com quem quiser dispensar um pouco do seu tempo para amar comigo tudo.

Dia em Donostia

Chegamos a São Sebastião, ainda dia, marcavam mais ou menos 19h. Devemos ter demorado uma hora para encontrar lugar onde estacionar o carro perto do suposto quarto (que alugamos) partilhado com duas pessoas.

Na verdade o que encontramos, depois de parar o carro a escassos metros, foi um hostel disfarçado de quarto, amigável e muito zen. Ao início estranhei, pois comprar gato por lebre com o meu mau feitio não é bom. Mas a verdade é que é realmente agradavél estar aqui. Silencioso, confortável, com pessoas simpáticas, coisa que não encontrei em serviços, como restauração, pelos sítios onde estive em Espanha. Nós Portugueses somos, não querendo entrar em disputas, mais hospitaleiros. Achei-os mais distantes. Esta noite saímos do restaurante, um sitio já acima da média e nem um "gracias" ouvimos (passamos por colaboradores e chefe de sala).

Por outro lado achei a faixa etária jovem mais alegre e divertida. Vi de tudo, desde o beto ao hippie, a beberem, fumarem ou simplesmente, a fazer surf (com a chuva que caiu e deixou de cair pelo dia e que o tornou mais peculiar ainda).

 

Demanhã percorremos todo o paradão da junto ao mar, na bahía de la concha para chegar ao funicular, uma especie de ascensor que nos leva ao Monte Igueldo.

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A viagem é gira, sempre no meio da natureza e no topo, perfecto, a imensidão do mar que se precipita por São Sebastião adentro. Os montes que rodeiam a cidade, verdes, e a chuva que caía, ora tímida, ora bruta, ora abençoada pois ajudava-nos na caminhada.

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Lá em cima também havia o Parque de Atracciones Monte Igueldo onde jogamos brincadeiras para ganhar peluches, fomos a casa do terror e comemos tapas (agardáveis).

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De seguida descemos, descansamos um pouco no quarto e assim que a chuva deu tréguas aventuramo-nos no maior desperdício do mundo de dinheiro para mim. Canoagem no mar. Creio que é giro para quem saiba fazer, mas para quem não conhece técnicas, não reconhece procedimentos de segurança e lhe dão simplesmente um colete salva-vidas, um caiaque e remos e lhe indicam o mar... Bem, não gostei. Acho que nos deveriam mostrar tudo o que mencionei atrás, pois é um perigo, com a ondulação do mar mandarem-nos assim. Não gostei, não quero repetir. Magoei-me porque uma onda empurrou a embarcação ao chegar e caímos contra ao areal desgovernados. Enfim. Nada relaxante.

À noite jantamos, e muito bem, no La Tagliatella, a entrada, focaccia, estava ótima e a carbonara fantástica. As sobremesas doces como se querem. Acabamos a noite no Altxerri bar&Jazz a ouvir música cubana. Muito bom! :)

 

Agora vamos dormir, sem planos, só nós. Para novas aventuras por amanhã.

 

Boa noite,

Marta

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