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Nu descontexto

Neste tão vasto espaço recomeço as minhas histórias, as imagens e mensagens que passam por mim. Desejo partilhar este blog com quem quiser dispensar um pouco do seu tempo para amar comigo tudo.

Nu descontexto

Neste tão vasto espaço recomeço as minhas histórias, as imagens e mensagens que passam por mim. Desejo partilhar este blog com quem quiser dispensar um pouco do seu tempo para amar comigo tudo.

Obrigada amigos

A amizade... Havia tanto para partilhar, os meus quase trinta anos são cheios de histórias. Encontros e desencontros. Conflitos, confrontos e harmonia.

 

As conversas preenchem o meu coração, os sorrisos a alma. Tenho poucos, mas não se contam pelos dedos imaginários, contam-se pelas minhas mãos, cheias de amor e afecto por eles.

 

Acho que o dia da amizade já passou, mas obrigada a todos os que nunca desistiram de mim. E permanecem intactos na minha vida.

 

A amizade é literalmente "um trevo de quatro folhas". Obrigada a todos <3

 

 

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É trevo de quatro folhas

Há momentos em que o amor se enrola nos dias. E há sítios em que as coisas renascem e germinam.

Se há meio ano me dissessem que seria tão feliz neste início de ano, não acreditava!

Está muito frio lá fora, posso por as mantinhas todas e olhar para o sol envergonhado de Lisboa. Ama-lo, simplesmente porque me bate nos olhos e entramos em contacto um com outro, em sintonia.

Eu só quero que esta paz permaneça e que os raios me toquem e iluminem. Que o meu mais que tudo espere todas as noites por mim e os meus amigos de abracem com mimos. Pois também tenho tanto afeto para todos.

A vida é linda se tentarmos com muita força ver o seu lado mais positivo. "É trevo de quatro folhas".

"Tu que tem esse abraço casa"... Estou viciada na música e ela dá-me energia e força para rasgar um sorriso no meu rosto.

 

Boa noite a todos. Até amanhã.

 

Marta

 

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ps. Obrigada amor. Consegui!

Amor <3

Boas!

 

Já falei nele tantas vezes, nele no amor. Pintado de vermelho, como no post anterior, de dourado, como pelo que sinto pelas estrelas, de gigante pelo que sinto pelos meus. De tantas formas, tantos volumes, romanticamente, metaforicamente, diretamente. 

 

Nunca é demais falar do que nos move e do que na realidade move o mundo. Por detrás de um banqueiro está uma mulher, um amor. Ou um filho, um amor. Ou um projecto, um amor. Muitas formas de amar. Mas amar "coisas" não é o mesmo que amar pessoas, não! Amar pessoas é delicado, como a suavidade de uma onda já desfeita invade o areal, levemente e muitas vezes entra pelas toalhas das pessoas que se bronzeiam, talvez para o amor. É uma roda cíclica, essa enorme forma de gostar.

 

Eu aprendi a amar à pouco tempo. Requer respeito, maturidade, foco. Mas garanto-vos que o esforço vale mesmo apena, pois o retorno é grandioso, digo mesmo, magestoso. 

 

Amem (até aquece em dias frios).

 

Com carinho,

 

Marta 

Vermelho

Boa tarde de frio e cheiro a Natal.

 

Da minha janela vejo os topos dos gorros, as botas a espreitar por entre casacos volumosos, que avançam aquecendo quem trazem dentro. E eu trago tanto dentro deles.

 

Têm sido dias bons, até mágicos. Há desaparecimentos, a lamentar com muito pesar, há nascimentos a festejar e renascimentos de todos os anos. Tive tantas pessoas queridas a festejar o aniversário no fim do mês de Novembro início de Dezembro, tantas alegrias, tantos bolos e  festejos. Não pude participar fisicamente em todos, mas em cada um tive a minha alma. 

 

Chegou o mês do vermelho. Seja o vermelho do pai Natal, do coração, dos azevinhos, sei lá mais do quê. Um conjunto de dias cheios de amor, brilho e luz. É também o mês detentor do dia mágico em que fazemos os planos para o ano seguinte, e cremos que tudo será melhor. Eu creio.

 

Lisboa já tem árvores por todo o lado, luzes que parecem estrelas e encanto.

 

Vamos falando.

 

Com amor,

Marta

 

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Coimbra

Bom dia Coimbra :)

 

Viemos passar o fim de semana a esta linda cidade. Já a conhecia á exceção dos Jardins da Quinta das Lágrimas. 

 

É um local mágico desde as suas lendas à sua florestação verde e fresca. Imaginar D. Pedro e Inês de Castro naquele sítio, enamorados, é inspirador. Uma das fontes foi batizada por Camões de "Fonte das Lágrimas", por ter nascido das lágrimas que Inês chorou ao ser assassinada. O sangue de Inês terá ficado preso ás rochas do leito.

 

Foi um agradável passeio, assim como hoje o café pela baixa de Coimbra. Com um fresquinho com sabor a nova estação.

 

Até já,

Marta Santos

 

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"A arte clarifica os espíritos e dignifica o Homem. A arte Humaniza."

E quase a terminar as férias fomos visitar as obras de Nadir Afonso. Conterrâneo do meu namorado e por quem ele é apaixonado. Não conhecia, admito, mas apesar de tecnicamente não ser a melhor pessoa para avaliar as suas obras, gostei muito. Aproximei-me muito das pinturas.

 

Fomos ao Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, em Chaves e ao Centro de Artes Nadir Afonso, em Boticas. Recomendo ambos! 

 

O que mais me apaixonou, na verdade, foram as mulheres que estão retratadas nas suas pinturas em Boticas. Adorei! Ficam aqui algumas fotos.

 

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De volta a Chaves

Em Chaves. Comida boa, paisagens lindas, calor intenso, família de coração extraordinária. O que mais se pode querer?

Consigo ver na rua da aldeia emigrantes a chegarem, abraços infinitos, cheios de alegria e emoção, partilhada num "fino" e em dois, três, quatro dedos de conversa. Com quem vem de uma luta infindável, para em Agosto poder regressar.

Chegam exaustos, 14 horas de viagem de França a Portugal, ouvi eu, mas não o demonstram, só se vê boa disposição e vontade de aproveitar cada minuto.

Terra de gente especial, da região norte, de onde eu própria tenho origem. Onde passei alguns Verões em criança, chapinhei nas possas de lama, dei comida aos animais, apanhei amoras, dancei nos arraiais e tive o meu primeiro amor. 

Há tantas histórias a contar que me perco e acabo por sentir que são estes cantos no mundo, no nosso pequeno ecossistema, que nos fazem sermos melhores.

Vamos continuar por cá, entre casa, passeio á cidade e como dizem cá: "Vá vamos falando!".

 

Até já,

Marta

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