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Nu descontexto

Neste tão vasto espaço recomeço as minhas histórias, as imagens e mensagens que passam por mim. Desejo partilhar este blog com quem quiser dispensar um pouco do seu tempo para amar comigo tudo.

Nu descontexto

Neste tão vasto espaço recomeço as minhas histórias, as imagens e mensagens que passam por mim. Desejo partilhar este blog com quem quiser dispensar um pouco do seu tempo para amar comigo tudo.

Uma visita à origem - Edrosa

E lá meio do nosso querido mês de Agosto fizemo-nos á estrada para visitar outro sítio onde se esconde a minha essência, a Edrosa. Aldeia no concelho de Vinhas, no Nordeste Transmontano. Lá nasceu toda a minha família da parte da mãe, os meus queridos tios e onde viviam os meus amados avós. A minha bondosa avó, Lucinda, que pouco me lembro dela (infelizmente) e o meu forte avô Carlinhos. 

Cheguei receosa que a minha memória me falhasse e não reconhece o cheiro, o sítio, as gentes. Mas assim que pisei aquela quente terra, reconheci cada canto e reconheci-me nele. Relembrei a minha infância, as brincadeiras com os vizinhos até aos meus amigos.

Assim que chegamos as minhas pernas tremiam mais que o vento ao abraço-los. Fomos, como esperado, convidados para um farto almoço e parámos em todas as capelas que me lembrei conhecer, para sorrir á gente e dizer de quem era filha, pois passaram-se alguns anos desde a última vez que lá tinha ido e as pessoas não me reconheceram.

Foi emocionante, senti-me de novo a menina pequenina de Lisboa. A que ficava adoentada com a longa viagem, a que corria, chorava e brincava com as vacas por aqueles caminhos, agora acimentados pelo tempo. Que saudades... Que emoção! Terá sido o momento mais marcante das minhas férias que pude partilhar com o meu namorado.

Está tudo igual, só há cimento nas estradas, coisa que não havia (como rectificou a minha prima ao ver as fotografias da visita), já a igreja e capelas não visitei tal não foi o desgaste emocional só de ver as pessoas e a casa humilde, mas linda, dos meus avós! É uma aldeia típica de boa gente e acima de tudo, pura.

Ah! Não poderia deixar de mencionar que passei por uma outra povoação, Zoio, onde ainda vive uma tia-avó minha que nos recebeu com muito carinho e de quem gosto muito.

Só vos digo: Que dia!

 

 

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