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Nu descontexto

Neste tão vasto espaço recomeço as minhas histórias, as imagens e mensagens que passam por mim. Desejo partilhar este blog com quem quiser dispensar um pouco do seu tempo para amar comigo tudo.

Nu descontexto

Neste tão vasto espaço recomeço as minhas histórias, as imagens e mensagens que passam por mim. Desejo partilhar este blog com quem quiser dispensar um pouco do seu tempo para amar comigo tudo.

Amor <3

Boas!

 

Já falei nele tantas vezes, nele no amor. Pintado de vermelho, como no post anterior, de dourado, como pelo que sinto pelas estrelas, de gigante pelo que sinto pelos meus. De tantas formas, tantos volumes, romanticamente, metaforicamente, diretamente. 

 

Nunca é demais falar do que nos move e do que na realidade move o mundo. Por detrás de um banqueiro está uma mulher, um amor. Ou um filho, um amor. Ou um projecto, um amor. Muitas formas de amar. Mas amar "coisas" não é o mesmo que amar pessoas, não! Amar pessoas é delicado, como a suavidade de uma onda já desfeita invade o areal, levemente e muitas vezes entra pelas toalhas das pessoas que se bronzeiam, talvez para o amor. É uma roda cíclica, essa enorme forma de gostar.

 

Eu aprendi a amar à pouco tempo. Requer respeito, maturidade, foco. Mas garanto-vos que o esforço vale mesmo apena, pois o retorno é grandioso, digo mesmo, magestoso. 

 

Amem (até aquece em dias frios).

 

Com carinho,

 

Marta 

Vermelho

Boa tarde de frio e cheiro a Natal.

 

Da minha janela vejo os topos dos gorros, as botas a espreitar por entre casacos volumosos, que avançam aquecendo quem trazem dentro. E eu trago tanto dentro deles.

 

Têm sido dias bons, até mágicos. Há desaparecimentos, a lamentar com muito pesar, há nascimentos a festejar e renascimentos de todos os anos. Tive tantas pessoas queridas a festejar o aniversário no fim do mês de Novembro início de Dezembro, tantas alegrias, tantos bolos e  festejos. Não pude participar fisicamente em todos, mas em cada um tive a minha alma. 

 

Chegou o mês do vermelho. Seja o vermelho do pai Natal, do coração, dos azevinhos, sei lá mais do quê. Um conjunto de dias cheios de amor, brilho e luz. É também o mês detentor do dia mágico em que fazemos os planos para o ano seguinte, e cremos que tudo será melhor. Eu creio.

 

Lisboa já tem árvores por todo o lado, luzes que parecem estrelas e encanto.

 

Vamos falando.

 

Com amor,

Marta

 

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